quinta-feira, 2 de julho de 2009

Poesia 2

Universo de delírios


És tu graciosa e sutil como uma pomba,

Cujos olhos adentram nos meus profundamente;

Palavras doces e melodias inspiradoras

Saem da tua boca, e fascinantes sorrisos dos teus lábios ardentes;


É como o despontar do sol, e o abrolhar do luar pomposo.

Com o vento voam teus cabelos

A abrir os olhos dos sentimentos,

De tão charmosos e belos que são,

Varrem impérios ao teu chão.


Um conjunto de jóias é o teu corpo,

Cujo mundo pára diante dele obstupefato,

A fim de admirar-lhas cegamente sobre domínio,

De um encanto que desperta fortes paixões;


Um universo enlaçado de poesias e glamour: a tua face,

A qual guarda astros primorosos e desafiadores;

Para o equilíbrio mental do homem.

As tuas vestes um manto que preservam,

Escondem os mais belos lugares deste universo de delírios,

Que furta a razão de qualquer coração, em belo estilo.


O seu corpo, um molde da perfeição:

Tentador e apaixonante, que alucina e desequilibra

As fracas e fortes emoções físicas.

O seu corpo, uma arma de proteção,

Ou uma armadilha para o perigo.

O seu corpo é a mais letal arma,

Em meio a todas que conheci.


Deus é amor

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