segunda-feira, 29 de junho de 2009

O amor do homem é tão frutífero como as terras do deserto. O seu coração não pensa em unidade, pena em si.

O Amor não se respira, se inspira,
Se sente; nos deixa contente.

O pouco que eu conheço me diz que eu só preciso de um pouco de paz, pois o mundo segue sozinho com as suas ilusões enganosas. Quem mergulha nesse universo de desejos insaciáveis não se reencontra jamais, porque sempre há um começo; nunca os conservatórios de suas vontades estarão abarrotados.




O homem é a imagem reproduzida naquilo que ele vive;
O homem é a esperança se o mundo vivesse de ilusão;
O homem é um fracasso pertinente as outras vidas;
Quem somente pensa em si, jamais se lembrará de alguém.

Os homens pensam que com a guerra se constrói a paz na terra, enganam-se ao pensar assim, pobre de nós humanos se o Espírito da verdade não tivesse compaixão do mundo.

Nada pode causar bom impacto se as suas raízes advierem da desconexão da sabia expressão de que, só se constrói a paz se criar uma atmosfera saudável, um recinto onde o amor governa literalmente.

Temos um intelecto para absorvermos o que é extraordinário para a vida e dissipar o mau pela raiz, pois nunca está só quem ouve a voz da consciência e dá ciência antagonista de um juízo insensato.

A felicidade é uma obra prima que não se esculpi em quadros de madeiras, com moldura coloridas, e nem se vê a olho nu, mas se lança em triângulos ornados de veias pulsantes. Assim podemos dizer que a humanidade pode sentir e ver a alegria e o amor entalhados nas faces de outrem se não brincarem com a vida.

A paz de Deus

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