sábado, 23 de julho de 2011

Refletir para não se iludir



1          REFLEXÕES de um homem moderno, com SENSATEZ humana


A crítica é uma base para se chegar à democracia, emudecida por pessoas dissimuladas, sem caráter, ética e moral.
Ser um pouco crítico, porém voltado a um mundo em que possa levar às pessoas uma certeza de que em tudo há um lado que ainda não foi tocado; que há muitas coisas a serem modificadas ou acrescentadas; algo para que a vida ganhe mais sentido: isso é ter senso crítico.
Um homem que não tem os princípios éticos e morais como o alicerce da vida é como um vaso velho, partido ao meio e irrecuperável.
A sociedade, quando controlada por pessoas de almas dóceis, vê a vida pulsar. A comunidade percebe que as suas dores são aliviadas por elas lhe dar o consolo que merece. Agindo assim, de forma coerente, tornam as pessoas especiais, e não há pequenos que não se tornem gigantes, ou seja, não há pobres que não sejam honrados, com espírito de solidariedade; todos se juntarão e a vida passará a ser um alegre parque de diversões entusiásticas. Assim as pessoas desapercebidas não roube o direito que O criador nos deu à vida.
Há uma grande diferença entre um homem que simplesmente olha para vida e outro que aprecia os seus bens. Difere-se um do outro nas coisas que ama, às quais entrega a vida.

A experiência nos faz ser mais que prudentes

Não podemos simplesmente chegar e apontar um caminho para alguém sem antes saber e entender o que o fez ser o que é... Nós aprendemos o que nos ensinam. Quando crianças muitos lhes roubaram ou acrescentaram a inocência com as maldades ou as benevolências que há nessa vida lhe fazendo acreditar ou desacreditar no imperfeito ou no perfeito como se fosse direito ou não de saber e viver ao molde de uma sociedade a qual reflecte ou não o fulgor e os valores que têm o ser humano.

A experiência nos faz ser prudentes

Não podemos simplesmente chegar e apontar um caminho para alguém sem antes saber e entender o que o fez ser o que é... Nós aprendemos o que nos ensinam. Quando crianças muitos lhes roubaram ou acrescentaram a inocência com as maldades ou as benevolências que há nessa vida lhe fazendo acreditar ou desacreditar no imperfeito ou no perfeito como se fosse direito ou não de saber e viver ao molde de uma sociedade a qual reflete ou não o fulgor e os valores que têm o ser humano.